— Eu quero que você pare com isso.
— Isso o quê?
— Dizer que me ama.
— Mas, eu amo.
— Não, não ama.
— Como você pode ter tanta certeza disso?
— Você não demonstra.
— E isso é preciso?
— Você nem sabe o que é amor.
— E você por acaso sabe?
— Não.
— E como pode dizer que eu não te amo, se não sabe ao menos o que isso significa?
— Por que se fosse amor não seria assim.
— E seria comigo?
— Seria diferente, melhor.
— Então, se você está infeliz, por que não me deixa e vai embora?
— Eu não sei.
— O que você tá esperando?
— Alguma reação da sua parte talvez.
— Que tipo de reação seria essa?
— Ah, como eu poderia saber? A reação seria sua, não minha, então diga-me você!
— Talvez devêssemos terminar.
— É isso que você quer?
— Não.
— Então por que sugeriu?
— Por que você não me ama.
— Espera, não use meu argumento contra mim.
— Então, por que estamos discutindo a final de contas?
— Por que eu não sei o que temos aqui.
— Eu sei o que não temos.
— Sabe?
— Sei.
— E o que não temos?
— Certeza do que sentimos.
— E o que sentimos?
— Talvez, seja a hora de descobrir.
— E como faremos isso?
— Acredite quando eu disser que te amo.
— E por que eu o faria?
— Por que eu estou disposto a provar.
— Cala a boca!
— Por quê? O que foi que eu fiz dessa vez?
— O que você não fez! Vem cá, e me beija de uma vez.
— Isso o quê?
— Dizer que me ama.
— Mas, eu amo.
— Não, não ama.
— Como você pode ter tanta certeza disso?
— Você não demonstra.
— E isso é preciso?
— Você nem sabe o que é amor.
— E você por acaso sabe?
— Não.
— E como pode dizer que eu não te amo, se não sabe ao menos o que isso significa?
— Por que se fosse amor não seria assim.
— E seria comigo?
— Seria diferente, melhor.
— Então, se você está infeliz, por que não me deixa e vai embora?
— Eu não sei.
— O que você tá esperando?
— Alguma reação da sua parte talvez.
— Que tipo de reação seria essa?
— Ah, como eu poderia saber? A reação seria sua, não minha, então diga-me você!
— Talvez devêssemos terminar.
— É isso que você quer?
— Não.
— Então por que sugeriu?
— Por que você não me ama.
— Espera, não use meu argumento contra mim.
— Então, por que estamos discutindo a final de contas?
— Por que eu não sei o que temos aqui.
— Eu sei o que não temos.
— Sabe?
— Sei.
— E o que não temos?
— Certeza do que sentimos.
— E o que sentimos?
— Talvez, seja a hora de descobrir.
— E como faremos isso?
— Acredite quando eu disser que te amo.
— E por que eu o faria?
— Por que eu estou disposto a provar.
— Cala a boca!
— Por quê? O que foi que eu fiz dessa vez?
— O que você não fez! Vem cá, e me beija de uma vez.
― sentimentos confusos, descobrindo o amor em suas diversas faces.
Lohanna Mota. (via perfume de lembrancas)
Lohanna Mota. (via perfume de lembrancas)